Curso Inclusão de Alunos com Transtornos do Espectro Autista

Inclusão de Alunos com Transtornos do Espectro Autista

Departamento de Psicologia
Curso Livre

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Período de Aulas

10/08/2013 a 26/10/2013

Sábados, das 8h30 às 12h30

Introdução

O termo autismo utilizado para a descrição da condição autística, ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) tal como utilizado hoje, surgiu em 1943 quando Leo Kanner, ao observar crianças internadas numa instituição, percebeu que o comportamento de um grupo delas diferenciava-se dos demais. Tais crianças estavam sempre distanciadas das outras e pareciam manter uma relação não funcional com os objetos, inclusive brinquedos. Por exemplo, se brincassem com um carrinho, não faziam com que ele deslizasse por um determinado espaço, como faria a maioria das crianças; preferiam virá-lo ao contrário e ficar por muito tempo girando suas rodas, ou batendo com ele no chão (SUPLINO, 2005).

Em 1949, Kanner passou a classificar esta condição como uma síndrome, e referir-se à mesma pela denominação de Autismo Infantil Precoce. As principais características descritas pelo psiquiatra continuam nos dias de hoje servindo de base para o diagnóstico do autismo. São elas: dificuldade de estabelecer contatos interpessoais, desejo obsessivo de manter uma rotina, fixação por objetos.

Além das características já descritas, os atrasos do desenvolvimento são também comuns nas áreas de habilidades intelectuais. A área da linguagem, além do seu uso com fim comunicativo, também está comprometida no que se refere ao significado, como por exemplo, na compreensão de alusões ou ironia. A presença de condutas estereotipadas é bastante comum no repertório comportamental de pessoas com autismo tais como sons estranhos, gritos, maneirismos com as mãos, movimentos do corpo, além de agressões dirigidas a si mesmas. Estes comportamentos são denominados, respectivamente, autoestimulatórios e autoagressivos. As formas de alimentação e o sono podem sofrer alterações.  A gravidade na manifestação destes comprometimentos pode variar de pessoa para pessoa. Daí a expressão atualmente utilizada Espectro Autista. Essa expressão faz menção à ideia de uma variação de graus de comprometimento dentro de um mesmo quadro, desde um “autismo leve,” onde poucas áreas estão comprometidas e/ou o nível de prejuízo  é mínimo, até o “autismo clássico”, no qual a maioria ou totalidade das áreas do desenvolvimento estariam afetadas de forma significativa.

O debate atual na busca de uma definição conceitual para educação inclusiva compõe o cenário no qual a inclusão das crianças e adolescentes com autismo está sendo efetivada. Há atualmente uma demanda social de grande impacto que repercute, inclusive, em ações governamentais. Crianças com autismo estão tendo acesso a escolas regulares num contexto social e histórico bastante diverso daquele que foi palco das primeiras inserções em classes especiais criadas para elas naquelas instituições.

O curso de extensão em Inclusão escolar para pessoas com Transtornos do Espectro Autista pretende oferecer subsídios teóricos, educacionais e práticos advindos de estudos, pesquisas e significativo número de horas de práticas em escolas que vivenciam o processo de inclusão.

Objetivo

Aprimorar a formação de profissionais e estudantes das áreas de psicologia, educação, fonoaudiologia, envolvidos no atendimento de indivíduos com diagnóstico do espectro autista em ambiente escolar.

Divulgar o conhecimento científico e prático acerca das demandas educacionais que surgem quando da inclusão de alunos com TEA, contribuindo para uma prática mais exitosa para com os mesmos no interior da sala de aula e da escola.

Contribuir para a formação dos profissionais para que possam avaliar suas práticas educacionais e sejam capazes de aprimorá-las e adequá-las às necessidades individuais de seus alunos.

Público Alvo

Graduados e graduandos das áreas de Psicologia, Educação, Fonoaudiologia, entre outras, interessados nos Transtornos do Espectro do Autismo.

Carga Horária

Este curso tem carga horária de 40 horas.

Metodologia

– Aulas expositivas com a utilização de materiais audiovisuais variados.

– Revisão de bibliografia específica e atualizada sobre os temas.

– Debates sobre as experiências e práticas clínica e educacional.

– Exercícios práticos envolvendo confecção de materiais, observação, análise de situações, estudos de casos trazidos pelo grupo, entre outras atividades.

Programa

MÓDULO I – INCLUSÃO DE ALUNOS COM TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA

ABERTURA DO CURSO – Apresentação do curso e Introdução ao Conceito de Autismo. Profas. Carolina Lampreia e Maryse Suplino

EMENTA: Introdução ao conceito de autismo abrangendo: o conceito de autismo (antes de Kanner, em Kanner e em Asperger); as classificações oficiais – DSM, CID, CFTMEA; as discussões sobre o prejuízo primário no autismo; os consensos e divergências atuais; os diferentes enfoques teóricos ; os diferentes usos atuais da palavra autismo.

PROGRAMA:

1. Conceito de Autismo: Kanner e Asperger

2. Histórico das classificação e classificações oficiais: DSMs e CIDs

3.  Prejuízo primário no autismo nas décadas 1970/80 a 1990: cognitivo x afetivo

4.  Consensos hoje

5.  Divergências: diferentes enfoques teóricos

6.  Diferentes usos da palavra autismo

BIBLIOGRAFIA:
American Psychiatric Association (2002). DSM-IV-TR : Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. (tradução: Cláudia Dornelles). 4ed.rev. Porto Alegre: Artmed.

Araújo, C.A. (1997) Síndrome de Asperger – Aspectos Psicológicos. Em F.B. Assumpção Jr. (org.), Transtornos Invasivos do Desenvolvimento Infantil. São Paulo: Lemos Editorial.

Bosa, C. e Callias, M. (2000) Autismo: Breve Revisão de Diferentes Abordagens.Psicologia: Reflexão e Crítica, 13, 1, 167–177.

Kanner, L. (1997) Os Distúrbios Autísticos de Contato Afetivo. Em P.S. Rocha (org.),Autismos. São Paulo: Ed. Escuta; Recife: Centro de Pesquisa em Psicanálise e Linguagem.

Organização Mundial da Saúde (1998) Critérios diagnósticos para pesquisa: classificação de transtornos mentais e de comportamento da CID-10.  (tradução: Maria Lúcia Domingues ; consultoria, supervisão e revisão técnica: Dorgival Caetano). Porto             Alegre: Artes Médicas.

– O funcionamento mental e comportamental da pessoa com autismo – Profa Maryse Suplino

EMENTA: Apresentação do autismo, numa visão pragmática e voltada para a vida cotidiana, no sentido mostrar tais pessoas como indivíduos que precisam desenvolver certas habilidades que as levarão a uma melhor qualidade de vida e condições para estarem convivendo com os demais.

PROGRAMA:

1. O autismo como um tipo de funcionamento

2. Características

3. O funcionamento mental de pessoas com autismo

4. Principais concepções sobre autismo

5. Possibilidades de avanços dentro do espectro

6. As principais áreas de atenção (interação, comunicação e comportamento)

7. Contextualização através da discussão de casos

BIBLIOGRAFIA:
Assumpção Jr., F. B. (2002) Diagnóstico diferencial dos transtornos abrangentes de desenvolvimento. In: Camargos Jr., W. (coord.) Transtornos invasivos do desenvolvimento: 3º Milênio. (pp. 16-19). Brasília: Corde.

Gauderer, E. C. (1993) Autismo e Outros Atrasos do Desenvolvimento – uma atualização para os que atuam na área: do especialista aos pais. Brasília: Corde

Schwartzman & F. B. Assumpção JR. (Orgs.) (2006) Autismo Infantil. São Paulo: Mennon.

Suplino, M. H. F. O. (2011) Ensinando pessoas com autismo e deficiência intelectual: Rio de Janeiro: Diferenças

MÓDULO II – EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Inclusão escolar, diversidade e suportes legais – Profa Maryse Suplino

EMENTA:
A definição conceitual de educação inclusiva a partir da análise histórica da construção desse paradigma. A Educação para a diversidade. Ações governamentais dirigidas à formação de profissionais da educação com o fim de aumentar a qualidade no atendimento aos alunos com autismo.

PROGRAMA:
1.  Apresentação da definição conceitual de educação inclusiva a partir da análise  histórica da construção desse paradigma: do atendimento em espaços segregados à Escola Inclusiva.

2.  Os aspectos legais.

3.  Apresentação dos entraves descritos por professores e gestores escolares.

4.  A questão da formação dos professores.

BIBLIOGRAFIA:
Berger, P. L. & Luckmann, T. (2004), Modernidade, pluralismo e crise de sentido: a orientação do homem moderno. Trad. Edgar Orth. Petrópolis: Vozes.

Brasil. Secretaria Nacional dos Direitos Humanos. (1997) Declaração de Salamanca. 2 ed. Brasília: UNESCO.

_________, Secretaria, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial (2010). A Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Universidade Federal do Ceará, Fortaleza,

Glat, R. (1995) Questões Atuais em Educação Especial: A Integração Social dos Portadores de Deficiências: Uma Reflexão. Rio de Janeiro: Livraria Sette Letras. v. 1.

Perrenoud, P. (2002) A prática reflexiva no ofício do professor: profissionalização e razão pedagógica. Trad. Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.

Pletsch, M. D. (2005) O professor itinerante como suporte para a educação inclusa em escolas da Rede Municipal de educação do Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado em Educação, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Suplino, M. (2009) Vivências inclusivas de alunos com autismo. Rio de Janeiro: Kirios Editora.

– Adaptações Curriculares 1: Ferramentas para a inclusão escolar – Profa Maryse Suplino

EMENTA: Introdução à definição de adaptações curriculares com a discussão trazida pelos documentos governamentais e discussão sobre o processo de inclusão e  adaptações ao currículo na educação no Brasil.

PROGRAMA:
1.  O conceito de currículo

2.  O conceito de acessibilidade ao currículo: adaptações curriculares.

3.  Principais documentos federais que discutem a apresentam ideias relativas às Adaptações Curriculares.

4.  O que vem sendo feito nas escolas brasileiras

BIBLIOGRAFIA:
Aranha, Maria S. (2000) Cartilha 6 do Projeto Escola Viva. Brasília.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. (1998) Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares – Brasília : MEC /SEF/SEESP.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. (2007) .Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial nº 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria nº 948, de 09 de outubro de 2007) – Brasília – . MEC /SEF/SEESP.

Glat, R. &, Ferreira, J. R., Oliveira, E. da S. G., & Senna, L. A. G. Panorama Nacional da Educação Inclusiva no Brasil. Relatório de consultoria técnica, Banco Mundial, 2003. Disponível em: http://www.cnotinfor.pt/projectos/worldbank/inclusiva . Acessado em 15/07/2006.

_____, R. & Nogueira, M. L. de L. (2002). Políticas educacionais e a formação de professores para a educação inclusiva no Brasil. Revista Integração. v. 24, ano 14; (pp.22 a 27). Brasília: MEC/SEESP.

-Adaptações Curriculares 2: Como definir as que são necessárias e como construí-las. – Profa Maryse Suplino

EMENTA:
Continuação da discussão sobre adaptações curriculares com vivência prática através de exercícios e simulações de situações.

PROGRAMA:
1.  Aplicação prática dos conceitos discutidos acerca de adaptações curriculares

2.  Descrição e construção de adequações para acesso ao currículo regular de ensino

BIBLIOGRAFIA:
Aranha, Maria S. (2000).Cartilha 6 do Projeto Escola Viva. Brasília,

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental (1998). Parâmetros Curriculares Nacionais : Adaptações Curriculares – Brasília : MEC /SEF/SEESP,

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. , (2007) Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial nº 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria nº 948, de 09 de outubro de 2007) – Brasília – . MEC /SEF/SEESP.

MÓDULO III – A ESCOLA COM ALUNOS EM PROCESSO DE INCLUSÃO

-A escola Inclusiva – Profa Maryse Suplino

EMENTA:
Apresentação da escola inclusiva por dentro. Discussão sobre aspectos centrais que envolvem a implementação da inclusão de alunos com autismo.

PROGRAMA:
A escola inclusiva

– a dinâmica da escola inclusiva

– como a escola lida com a diferença

– Projeto Político Pedagógico e questões curriculares

– questões comportamentais dos alunos com autismo

BIBLIOGRAFIA:
Lira, S. M. (2004) Escolarização de alunos autistas: Histórias de sala de aula. Dissertação de Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Melo, S. C. (2004) Autismo e Educação: a Dialética da Inclusão. Dissertação de Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Serra, D. C. G. (2004)  A inclusão de uma criança com autismo na escola regular: desafios e processos. Dissertação de Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.


-A sala de aula inclusiva – 
Profa Maryse Suplino

EMENTA:
Apresentação da dinâmica interna de uma sala de aula com alunos com TEA em processo de inclusão. Debate a partir das vivências e experiências trazidas pelos alunos.

PROGRAMA:
A sala de aula

– a logística

– relações interpessoais

– atividades

– materiais

O professor

– o profissional reflexivo

– o profissional inclusivo

A mediação escolar

– o que é mediação

– o papel do professor

– o papel do mediador

BIBLIOGRAFIA:
Bueno, J. G. S. (1999) Crianças com necessidades educativas especiais, política educacional e a formação de professores: generalistas ou especialistas? Revista Brasileira de Educação Especial, v. 3, (pp. 7-25).

Carneiro, R. C. (1999) A. Formação de professores na perspectiva da educação inclusiva. Dissertação de Mestrado. Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Mendes, E. G.(2002) Desafios atuais na formação do professor em Educação Especial.In: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Revista Integração. Ano 14; v. 24, (pp 12-17). Brasília: MEC / SEESP.

Perrenoud, P. .(2002) A prática reflexiva no ofício do professor: profissionalização e razão pedagógica. Trad. Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed,.

MÓDULO IV – PRÁTICAS INCLUSIVAS NA ESCOLA

Práticas 1 – Adaptações Curriculares – Profa Maryse Suplino

EMENTA:
Atividades práticas envolvendo a construção de adaptações curriculares para alunos de diferentes anos de escolaridade.

PROGRAMA:
1.  Adaptações de conteúdos

2.  Adaptações de atividades

3.  Adaptações de procedimentos

BIBLIOGRAFIA:
Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. (1998) Parâmetros Curriculares Nacionais : Adaptações Curriculares – Brasília : MEC /SEF/SEESP.


Práticas 2 – Questões comportamentais – 
Profa Maryse Suplino

EMENTA:
Atividades práticas envolvendo situações onde comportamentos desadaptativos são exibidos por alunos com TEA.

PROGRAMA:
1.  Como a Psicologia Experimental explica o desenvolvimento das estereotipias

2.  Os comportamentos considerados desadaptativos (autolesivos, autoestimulatórios, heteroagressivos)

3.  Análise Funcional do comportamento

4.  Procedimentos para lidar com os comportamentos

BIBLIOGRAFIA:
Range B. (Org.). (1998) Psicoterapia Comportamental e Cognitiva. Campinas: Editorial Psy II.

Salle, E.; Sukiennik, P. B.; Salle, A. G.; Onófrio, R. F.; & Zunchi A, (2002).. Autismo Infantil- Sinais e sintomas infantil. In: Camargos Jr., W. (coord.) Transtornos Invasivos do desenvolvimento: 3º Milênio. (pp. 30-32). Brasília: Corde.


Práticas 3 – Plano de Inclusão Individualizado – 
Profa Maryse Suplino

EMENTA:
Construção conjunta de um Plano de Inclusão Individualizado

PROGRAMA:
1. O que é um Plano de Inclusão Individualizado (PII)

2. A importância de um PII para uma inclusão escolar exitosa

3.  Como construir um PII

BIBLIOGRAFIA:
Mittler, P. (2003) Educação Inclusiva: contextos sociais. Trad. Windyz Brazão Ferreira. Porto Alegre: Artmed.

Perrenoud, P. (2000.) Pedagogia Diferenciada: das intenções à ação. Trad. Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artmed,

Corpo Docente

Veja a relação do corpo docente (sujeito a alteração)

Matrícula

Até 29/07/2013

O aluno cujo curso for custeado por uma empresa deverá, depois de efetuar a matrícula, enviar a carta de compromisso da empresa para o emaildocumentocce@puc-rio.br, no prazo de 24 horas. Posteriormente enviaremos, à empresa, a nota fiscal e a ficha de compensação.

Investimento

Para matrículas realizadas até 22/07/2013, desconto de 5% no primeiro pagamento. O curso poderá ser pago em 3 parcelas de R$ 344,00, sendo a primeira no ato da matricula e a(s) restante(s) no(s) mes(es) subsequente(s).

Este valor se refere à última turma oferecida, portanto está sujeito a reajuste.

Aceita-se pagamento com cartões de crédito American Express, Mastercard e Visa.

Desconto de 5% para os alunos que realizarem o pagamento do valor integral do curso à vista. Desconto não cumulativo.

Certificado

O aluno que preencher satisfatoriamente os quesitos frequência e/ou aproveitamento terá direito a certificado.

Observações

Vagas limitadas.

A realização do curso está sujeita à quantidade mínima de matrículas.

Bolsas de Estudos: devido à natureza autofinanciada dos cursos oferecidos pela CCE, não há viabilidade financeira para a concessão de bolsas de estudo.

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