O Futebol e a força para seguir em frente, entre cirurgias e recuperações, Ser diferente é normal por Geraldo Paiva Jr

a a1Como já citei em várias colunas sou fanático por esportes, mas de todos eles o futebol sempre teve  cantinho especial, por que oi com eles que meus fisioterapeutas me convenceram muitas vezes a fazer exercícios exaustivos, onde minha cabeça de criança não aceitava, então tinha que entrar um pouco de magia para superar tanta dor e  adversidade.

Não se já contei mas quando tinha 3 anos fiz uma primeira cirurgia, e elas super alongaram os tendões, devido a isso eu no consegui ficar de pé, então me locomovia arrastando, a para ficar em é usava um aparelho da cintura ao pés que apertava muito, por muitas vezes chorava de dor, mas como tinha que usar por um período do dia, meu pai colocava e  ia me levar para campo de futebol, para ver os jogos da várzeas de Lagoa Santa para distrair o tempo com objeto de metal couro e fivelas nada confortável.

Como essa cirurgia não deu certo aos 10 anos fui fazer outra cirurgiã  dessa vez no Hospital Sarah kubitschek em Brasília,  um amigo de farda do meu pai nos cedeu um pedaço de casa,  para ficarmos,  enquanto fazia cirurgia  e os procedimentos iniciais,  operado com gesso nas duas pernas do pé na cintura no calor do planalto central, foi mais uma vez as partidas de futebol, dessa vez assistidas pela TV que me distraiam da dor e do calor .

Alta recebida e de volta a  a minha casa, recomeçaram a as sessões de fisioterapia, parafina,   para esquentar os músculos, exercícios, , mais exercícios, alongamentos, treinamentos, que toma conta  de quase todo o dia, fora que ainda tinha que caminhar e  me exercitar em casa, então meu pai fez um  trave e nas tardes livres foram horas de treinos de futebol, eu  chutando ele defendendo , hora trocava, e assim foi indo o tratamento evoluindo a paixão pelo futebol também. o final todos já sabem eu bem mais  desenvolto e independente  e louco para fazer jornalismo esportivo, mas já é outro papo.

 

*Geraldo Toledo de Paiva Junior, tem 32 anos, é jornalista, especialista em Marketing Político, Funcionário Publico, casado, caçula de quatro irmãos e feliz. Tem paralisia cerebral.

 

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