Moda inclusiva ganha espaço na TV, Ser diferente é fashion, por Mariana Silva

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Programa Encontro fala sobre Moda Inclusiva

Ei gente, como estão essa semana? Eu vou muito bem, obrigada. Confesso que ando particularmente feliz com algumas coisas da vida. Agora, mudando de assunto, deixa eu perguntar: vocês viram que semana passada o programa Encontro, da Rede Globo de Televisão, falou sobre moda inclusiva? Pois é, essa foi uma das pautas da atração.
Fico extremamente animada quando percebo que essas ideias estão se espalhando, afinal de conta o Brasil conta com mais de 45 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Na ocasião, o programa Encontro recebeu a estilista Daniela Auler, que desenvolveu uma coleção super fashion e voltada para pessoas que precisam de uma atenção a mais na hora de comprar.
Enquanto a apresentadora Ana Furtado comentava sobre as roupas, consegui notar que a estilista investiu em ideias estilosas para tornar as roupas usáveis e funcionais para cadeirantes. Por exemplo, ela adaptou fechos, botões e velcros que facilitam a vida na hora de vestir, conferindo independência e praticidade a esse momento tão particular.
Outra ideia interessante foi inserir etiquetas explicativas em braile nas roupas especiais para os deficientes visuais. Com essa atitude simples, fica fácil saber o que se está vestindo e como combinar essa peça. Outra sacada genial foi inserir bolsos discretos nas peças, assim as bengalas podem ser guardadas, evitando que sejam esquecidas ou perdidas. Não é legal?
Tomara que iniciativas modernas e inclusivas, como essas da estilista Daniela Auler se multipliquem, produzindo muitos frutos. Afinal de contas, como disse no começo do texto, somos mais de 45 milhões de diferentes nesse país. É muita gente, não é mesmo? Bom, já vou indo. Um beijo pra vocês e até semana que vem! Ah, se quiserem assistir a entrevista completa, aqui vai o link.

*Mariana Silva (Idealizadora do Blog http://naoesobremoda.wordpress.com, é colaboradora de www.tudobemserdiferente.com. Jornalista, 25 anos, nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais. Para ela, moda é uma futilidade necessária e um fenômeno sociológico interessantíssimo; “o legal é quando fazemos a moda trabalhar a nosso favor, ficar dependente dela não faz bem”). Tem displasia Óssea, síndrome que afeta o crescimento e a resistência dos ossos de todo o corpo. Escreve Ser diferente é fashion para www.tudobemserdiferente.com toda quinta-feira.

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