Acessibilidade atitudinal – O que é?

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Quando falamos de Acessibilidade, a maioria das pessoas pensam logo em rampas. Existem diversos tipos de acessibilidades. Hoje, quero falar para vocês sobre acessibilidade atitudinal.

Para ilustrar esta conversa, vou contar sobre minha experiência na viagem para Portugal:
Viajar não é apenas conhecer lugares, culturas e pessoas diferentes. Ao viajar, saímos do nosso lugar comum, assim, podendo adquirir ótimos argumentos para reflexões.

Em Portugal, tive oportunidade de conhecer vários portugueses e na convivência, percebi o quanto eles foram carinhosos e solidários comigo. Em momento algum, fui tratada com preconceito ou discriminação; pelo contrário, observei o quanto se interessam em divulgar a na nossa causa.

No meu primeiro dia de viagem, encontrei com Mafalda Ribeiro; uma mulher que
“Tem um olhar humanista e aguçado do mundo e por isso dá a cara pela inclusão e pela igualdade de oportunidades… não vê limites diante das suas limitações” autora do livro “Mafaldisses, crônicas sobre rodas”.

O diretor e ator de teatro Paulo Lage, me convidou para assistir sua peça, “Principe Feliz”.

O Herge, um verdadeiro amor!! Foi um gentleman. Meu amigo, companheiro, que me apresentou ao seu mundo.
Até jantar de boas vindas foi organizado pelo Herge e seus amigos.

A querida amiga, Anabela Henriques, me deu de presente os maravilhosos pastéis de feijão de sua cidade, Torres de Vedras.

Eu penso que acessibilidade atitudinal é construída na nossa educação, desde o início de nossa formação. É como nos é ensinado a tratar o outro, com dignidade e respeito, independente da forma em que se apresentam. Se tem, ou não, algum tipo de deficiência.

Porém, acredito que se não nos foi dada tal formação, se nossa educação não foi baseada nesses princípios, é possível que um ser humano evolua e se torne melhor e capaz de viver em harmonia com toda e qualquer adversidade humana.

Acessibilidade atitudinal: “Refere-se à acessiblidade sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações, em relação às pessoas em geral” (Escola de Gente – terminologias).

* Por Marta Alencar, psicóloga clínica, fotógrafa http://www.altaestima.org – Idealizou a personagem Tina descolada – http://www.tinadescolada.com

Assina a coluna: Tina descolada – agente de inclusão em

http://www.tudobemserdiferente.com

** As opiniões aqui publicadas são de responsabilidade da colunista.

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