Eu no Arraiá da Inclusão, Sobre rodas, por Ricardo Albino

casorioE eu sou contador de histórias com certificado e tudo. Terminei a primeira etapa de um curso que pretendia fazer a algum tempo e defino como a minha primeira pós-graduação. Faz pouco tempo, mas tava tão boa nossa comemoração que a saudade é tanta que inté vou tentar contar com palavras o tamanho daquela emoção.

Foi assim que o acontecido sucedeu. Na festa junina chamada Capelinha de Melão teve correio elegante, “Dá-me um Conto” contando causo e história ao som de sanfona, zabumba e viola, todos de microfone na mão.

Pude reunir família e dançar com um anjo amigo que não via fazia tempão. Comer nem beber eu queria não. Alimentei foi de felicidade naquele forrozão. O grande momento ainda estava por vir. Chegou já era noite e encheu de emoção, o nosso lindo Arraiá da Inclusão.

Foi bom demais ser noivo de um casório que contando história em forma de teatro escrevi. Melhor coisa não há depois de uma cena engraçada, para muitos improvisada, olhar o público aplaudir em meio a gargalhadas. Quando a plateia conseguiu parar de rir, cantei o hino do grupo “Dá-me um Conto” e um texto em homenagem a nossa mestra Rosana, em nome de toda turma eu li.

Dela ganhei um abraço forte e um discurso feito de sentimento e verdade, daqueles que todo coração gosta de ouvir. Garanto a vocês amigos leitores, as palavras dela me deixaram engasgado, lágrimas dos olhos começaram a cair. Naquela hora, assim como acontece agora, coração parece que vai explodir.

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Ricardo Albino, jornalista, Coluna Sobre Rodas / Tudo Bem Ser Diferente

ricjornalista@hotmail.com / http:// HYPERLINK “http://ricardo-albino.blogspot.com.br

Fotos de arquivo pessoal

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