Dia Internacional da Síndrome de Down

*Ana Flávia Jaccques

21/03 – Hoje é o dia eleito para o mundo inteiro falar sobre a síndrome de Down (SD), em alusão ao terceiro cromossomo no 21. Você vai ver muita gente falando em temas como inclusão, superação, “mais que especiais”, “anjinhos de Deus”. A inclusão, sim, é um tema super apropriado. É o que a gente persegue nas escolas, no mercado de trabalho, na sociedade e na própria família. Uma inclusão de fato, em que se respeite quem a pessoa realmente é. Superação só se for do preconceito, pois o que falta é oportunidade para que cada um desenvolva suas próprias habilidades. “Especiais e anjinhos de Deus” é o reforço da segregação de um grupo de pessoas, que apenas deve ser respeitado em seus direitos e deveres. 


E sabe esta gatinha aqui? É a Maria Fernanda, minha filha. Uma criança como qualquer outra. Que aprendeu com a mamãe a gostar do carnaval, que é extrovertida, faladeira, tem uma covinha do lado direito da boca quando sorri, torcedora do América, adora brincar de massinha e nasceu com síndrome de Down. São apenas algumas das características dela. E sabe o que a gente quer dizer pra você hoje? Que hoje não é o dia dela. É sim o dia de refletir sobre as suas atitudes quando a gente fala sobre uma das características dela. O que você tem feito para contribuir com a inclusão das pessoas com deficiência? O que você pode fazer mais? Não queremos aplausos, não queremos o reforço da segregação. Queremos sua reflexão e sua contribuição!


Na blusa dela está escrito: “Todos somos diferentes”. E não é que somos todos diferentes mesmo?

E sabe esta gatinha aqui? É a Maria Fernanda, minha filha. Uma criança como qualquer outra. Que aprendeu com a mamãe a gostar do carnaval, que é extrovertida, faladeira, tem uma covinha do lado direito da boca quando sorri, torcedora do América, adora brincar de massinha e nasceu com síndrome de Down. São apenas algumas das características dela. E sabe o que a gente quer dizer pra você hoje? Que hoje não é o dia dela. É sim o dia de refletir sobre as suas atitudes quando a gente fala sobre uma das características dela. O que você tem feito para contribuir com a inclusão das pessoas com deficiência? O que você pode fazer mais? Não queremos aplausos, não queremos o reforço da segregação. Queremos sua reflexão e sua contribuição!

 

Na blusa dela está escrito: “Todos somos diferentes”. E não é que somos todos diferentes mesmo?

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Ana Flavia Jacques
Jornalista, mãe da Maria Fernanda e à espera da Elisa