Crianças com deficiência tem espaço para brincar em Belo Horizonte

“Criança dá trabalho, criança não trabalha”. Palavra Cantada

Quando fui me tornar pai tinha comigo que um dos maiores problemas que meu filho iria enfrentar é o do brincar. Nunca fui de brincar, fui um destruidor de brinquedos durante a minha infância. Claro, jogava bola, brincava de queimada, pic-esconde….. mas brincar com bonecos, jogos de tabuleiro, coisa que foi rara na minha infância. A parque de diversões me lembro ter ido duas vezes. Além de um pai não brincante, de uma estrutura familiar e de amigos com número reduzido de crianças, a rua deixou de ser uma possibilidade para brincar.

 

super heróis

Às vezes que tentei levar o João para brincar em praças públicas os equipamentos não foram acessíveis, a vez que tentei brincar com ele no parque municipal não deixaram…. assim, o universo simbólico do brincar do João é bem restrito.

Durante o meu período de reabilitação como pai do João, a final de contas, você não vai achar que não tive meu momento de dor por ter o filho com deficiência, fiz trabalho voluntário em alguns espaços que atendem pessoas com deficiência. Foi aí que conheci a esporte terapia e o Guilherme Sette. Nestes 7 anos que conheço o Gui, sempre trocamos impressões sobre a ação do brincar das pessoas com deficiência e ele sempre me mostrou que era possível que elas brincassem.

biel

Esse ano o Gui e a Andrea Rates conseguiram efetivar uma ideia que sempre esteve presente em nossas conversas, a criação de um momento do brincar que incluísse todos que ali quisessem estar. O João tem participado e nessa brincadeira eu também tenho brincado. Por enquanto tem sido uma hora de nossas sextas feiras, mas com certeza tem valido muito a pena. Esperamos você e seu filho lá também.

Se você quiser mais informações entre em contato com:

(31) 996695002 (Andrea Rates)

Facebook: Esporte Terapia

 

Essa texto é realizado pelo gosto que temos pelo projeto e pela realização de barganhas.